quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Aberto para balanço

Resolvi clicar no FEEDJIT e fazer um balanço deste blog. É claro que se eu fosse fazer cálculos puramente financeiros, o saldo seria negativo, porque aqui neste blog não entram (ou pelo menos não entraram até hoje) doações em dinheiro, de modo que eu só tenho gastos com ele, desembolsando alguns centavos (e até mesmo alguns Reais) toda vez que entro na Net.

Mas a contabilidade que farei envolve você (isso mesmo, envolve você, que visita o nosso velho e bom blog, e digo nosso porque ele deixa de ser meu para ser de todos quando outros blogueiros entram aqui e deixam seus comentários, ou quando eles simplesmente entram mudos e saem calados, isto é, quando não comentam, o que também me deixa feliz, é claro).

Pois bem! Clicando em Options e em seguida em Live Traffic Map, no Live Traffic Feed (que é um serviço 100% grátis do FEEDJIT), descobri que os blogueiros que visitam o ON THE THINKING são, proporcionalmente, dos seguintes países:

BRASIL, [81%]
PORTUGAL, [10%]
ESPANHA, [6%]
CHILE, [2%]

Sendo assim, somando todos os números, sobra 1% de leitores de outros países de que eu não faço idéia de onde possam ser, porque eles não aparecem no FEEDJIT, mas são igualmente bem vindos aqui.

Abaixo, uma lista das principais cidades em que há leitores do ON THE THINKING no Brasil e no mundo:

CHILE
Santiago

ESPANHA
Barcelona [Catalunha]
Granollers [Catalunha]
Logroño [La Rioja]

PORTUGAL
Lisboa
Aveiro
Vila Nova de Gaia
Guimarães [Braga]
Funchal [Ilha da Madeira]


BRASIL [estados em ordem analfabética, isto é, à moda caramba mesmo, ou melhor, os estados estão como aparecem no mapa, começando do Sul para o Norte e acompanhando sempre o litoral, que era pra não me perder, ou seja: Se o Brasil começou na Bahia e foi descendo pro Sul, eu fiz o contrário, só pra contrariar, é claro]

RIO GRANDE DO SUL [7 cidades abduzidas]
Pelotas
Viamão
Porto Alegre
Canoas
Esteio
Cachoeira do Sul
Canela

SANTA CATARINA [4 cidades abduzidas]
Florianópolis
Camboriú
Blumenau
Joinville

PARANÁ [5 cidades abduzidas]
Bituruna
Curitiba
Ponta Grossa
Mamborê
Porecatu

SÃO PAULO [7 cidades abduzidas]
Santos
São Paulo
Jundiaí
Americana
Saltinho
Suzano
Macatuba

RIO DE JANEIRO [6 cidades abduzidas]
Campos dos Goytacazes
Barra Mansa
Rio de Janeiro
Duque de Caxias
São Gonçalo
Niterói

MINAS GERAIS [1 cidade abduzida]
Belo Horizonte

ESPÍRITO SANTO [1 cidade abduzida]
Itaguaçu

BAHIA [1 cidade abduzida]
Salvador

PERNAMBUCO [3 cidades abduzidas]
Recife
Olinda
Paulista

CEARÁ [1 cidade abduzida]
Fortaleza

AMAZONAS [1 cidade abduzida]
Manaus

DISTRITO FEDERAL [1 cidade abduzida]
Brasília

P.S. – Se sua cidade não aparece na lista, queixe-se através de um comentário. Se ela aparece, comente do mesmo jeito!

Até.



Moral da História

É gente à beça! Não sei se fundo uma igreja ou se abro um partido político! Em breve o ON THE THINKING terá dominado o mundo, e antes de o Pink e o Cérebro conseguirem isso! Mantenham-se fiéis a este blog, porque a hora está próxima! Já conquistamos as principais cidades brasileiras, a capital do Chile e parte da Europa!

Quando o mundo estiver 100% conquistado, haverá a distribuição de cargos e salários aos fiéis leitores deste blog, é claro!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Queria entender

Por aqui anda choveno desde uns dias.

Sei que chove em todos os lugares do mundo (exceto na maioria dos desertos e na Antártida, onde a chuva vem sob a forma de picolé). Mas o que eu quero dizer, é:

Ontem fui a uma loja de informática (a segunda, porque na primeira tinha mas havia acabado) comprar cartuchos de tinta para minha impressora, uma daquelas !PX1300 (é, essa mesmo, cuja a tinta é quase o preço da impressora), e entrei numa loja em que, depois de fachar a porta, comecei a suar debaixo da roupa de frio. Lá fora deveria fazer uns 15 graus e dentro da loja, uns 30!

Não, não havia aquecedor. Eles simplesmente fechavam todas as portas e janelas e o calor humano (literalmente) aquecia o ambiente.

Senti tanto calor ali, sem poder tirar o casaco, que mesmo no dia seguinte nao deixei de fazer a barba. É, deve ter sido em conseqüência do dia anterior. Creio que os psicólogos chamem isso de trauma ou reação pós-traumática...

O pior de tudo é que demorei lá, porque a única atendente que eu vi já estava ocupada atendendo a um cliente e falando com não-sei-quem ao celular. Para não perder tempo, simplesmente tirei do bolso a embalagem vazia do cartucho antigo e, sem dizer nada, mas sorrindo na esperança de uma resposta, lhe mostrei a embalagem vazia.

Me senti Vasco da Gama em sua viagem para as Índias, quando parou na costa africana e capturou um nativo. Como ninguém falava a língua daquele aborígene, os portugueses foram colocando diante dele ouro, canela e outras especiarias, de maneira a ver, pela reação do nativo, se aquelas coisas existiam naquela região.

Infelizmente o nativo não reconhecia nada daquilo e foi solto em seguida, e os portugueses seguiram viagem, já que ali não havia nada do interesse deles.

Sendo assim, aquela atendente não precisa deixar de falar ao celular pra me atender. Bastava fazer um gesto com a cabeça, de negação ou afirmação, de modo que eu fosse embora ou esperasse.

Felizmente, havia o tal do cartucho e por um preço em conta. Parece que eu tive mais sorte do que Vasco da Gama e não precisaria ir a uma terceira loja.

Minutos depois, entretanto, ouço o som de descarga (não, não era descarga de arquivos, já que ali era uma loja de informática e havia vários computadores, inclusive um sobre o balcão). E eis que surge a menina que me atenderia.

Preciso dizer que ela estava cagando? A julgar pelos minutos que ela passou ausente, eu não apostaria em outra coisa.

O curioso é que o barulho da descarga mal havia começado e ela já estava saindo do banheiro. Das duas, uma: ou ela não lavou as mãos, ou ela lavou primeiro e deu a descarga depois!

Mas não descarto a segunda hipótese, há gente de todo tipo no mundo.

E, quando eu finalmente ia saindo: Ei, espere. Tem a nota.

Esperei.

Esperei e suei mais um pouco.

E hoje, andando pelas ruas sem guarda-chuva, procurando passar debaixo das marquises, descbri uma coisa muito curiosa: as pessoas de guarda-chuva insistiam em andar sob as marquises, e as pessoas sem guarda-chuva ou sombrinha acabavam andando na chuva mesmo.

Muito, muito curioso. Não podia ser o contrário?



Moral da história

Se vai andar sob as marquises usando guarda-chuva, pelo menos feche-o! É muito, muito mais prático!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Aqui o buraco negro é mais embaixo

Pois é!

Os testes com o acelerador de partículas deram errado e o mundo não acabou! A prova disso é que estamos todos mais ou menos vivos como sempre, uns mais do que os outros, é claro!

Os pobres continuam morrendo de fome, os ricos continuam comendo pouco e vivendo muito, a guerra no Iraque continua seguindo em frente, sem ir nem vir, e nada muda. E, como já disse o Millôr, se os ricos pudessem inventar um lâmpada que só iluminasse aos ricos, então não tenha dúvida: os pobres estariam vivendo no escuro hoje em dia!

Só fico com pena da menina que se suicidou na Índia, com medo das notícias sobre o fim do mundo, isto é, com medo da possibilidade de a experiência com o acelarador de partículas criar um buraco negro capaz de engolir a terra. Se ela estivesse viva, teria visto que se matou à toa, porque o mundo não acabou. Tudo continua igual.

Mas não precisamos sentir muita pena dessa menina. E eu explico: É que morrer na Índia é diferente de morrer em outros lugares. Na Índia eles reencarnam e não morrem de verade. A essa altura, aquela menina já deve ter encarnado de novo, pela enésima vez. Mas, se o mundo ia mesmo acabar como ela acreditava, ela ia reencarnar pra continuar vivendo em qual mundo afinal?!

Neste?!

O.K. Ela devia estar muito nervosa e não deve ter pensado nesse pequeno detalhe.

Mas, seja como for, talvez agora ela tenha retornado ao mundo como um homem, como um grilo ou como um bezerro.

É que lá na Índia eles podem voltar à Terra tanto sob a forma humana quanto sob a forma de animais ou de insetos. Entendeu agora por que eles não comem vaca? Pode ser algum parente ou amigo reencarnado. E, se for um bezerro recém-nascido, pode ser até mesmo aquela menina que se suicidou com medo de buracos negros e das lorotas da Imprensa.

Mas no Brasil, se você é cristão, não adianta se suicidar: você vai direto pro inferno dizer oi pro capeta, que é pra onde vão os suicidas segundo a Igreja. Não tem essa de querer escapar das coisas através do suicídio. Quer se matar para ir logo pro Céu? Nem pensar. Não funciona. Aqui as regras são outras e o buraco é mais embaixo.

Vai ver é por isso que ninguém se matou por aqui ao saber dessa história toda, e preferiu pagar pra ver. Pois é. Parece que no Brasil o buraco negro é mais embaixo...



Moral da história?

É. Suicídio na Índia é outra coisa. Eu só me mato se for na Índia.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Blogger Substitutêitor Tabajara

Eu, o Seu Creysson, é ki vô izkrever o têstio de ôgi, em portuguez castício!
Você ki num tem o ki fazê, ki pâcia o dumínguio bebêndio guaranalho antáchica, vêndio o Fantáchico, entrândio em blôguio duzôtrio, pra paçalho o têmpio, agora pode vizitalho este aki, ler os têstios ki eu, o Seu Creysson, vô izkrever na ausência do dônio deste blôguio!
Vô ser o primeiro blogueiro banguela da Internétia!
Não, não! Não entendam errádio! O dônio deste blôguio não morreu, êlhu só tirou um diskâncio!
Mas, ci "tirou", como ki êlhu pode tá vívio? Ci tirou, matou-lho!
Seu Creysson na Internétia, você só encôntria aki!
Moral da história?
Ih, tem ki ter moral da história? Dêcha díssio! Ece negóçulho de moral é antíguio! Fica sêndio um blôguio sem moral mêsmio, sem caráter, sem vergonha, ki já tá bom até dimais!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Crônica: "O Mendigo e o Apito"

São dez e meia da manhã, e eu sei que, quando tiver postado o texto de hoje, o relógio do blog estará marcando outra hora, mas não a real.

E já notei isso em outros blogs. Entretanto, não é este o assunto de hoje, nem o de amanhã. Hoje vou falar de população de rua: em outras palavras, de mendigos.

A lan em que estou fica perto de um colégio (local estratégico para qualquer lan house), e não é raro que o trânsito fique lento na rua em frente. Às vezes, há um guarda da Pefeitura para controlar a situação, mas às vezes há um morador de rua que faz esse serviço, com apito e tudo, e não creio que o guarda da Prefeitura faça melhor.

E sim: eu disse morador de rua pra não dizer mendigo ou indigente, ou palavra pior. E as piores são aquelas que começam com f... É o termo politicamente correto, ou o termo que exige mais esforço pra ser pronunciado, porque é o mais comprido. Você diz três palavras quando poderia dizer apenas uma. Faça as contas:

Morador + de + rua (três palavras) = Mendigo (uma palavra só) = Economia verbal (você economiza duas palavras e ganha fôlego para dizer o resto do frase. Muito útil, principalmente em se tratando de asmáticos e de gagos).

Mas, ouvindo os apitos que ele dá, imagino que ele não fume, ou não teria pulmões de aço para incomodar tanta gente, apitando sem parar para os carros, que, nos engarrafamentos, só podem parar e ouvir.

Ou fechar os vidros, em último caso.

E já começo a pensar que aquilo que nos alimenta de verdade não é feijão e arroz, mas cachaça, porque se não dou a esse mendigo o vício do tabaco, dou-lhe o vício da bebida. É o que aparenta. Ele deve beber pinga como quem bebe água, e, pensando bem, só de olhar não há diferença entre elas, a cachaça e a água, porque é tudo igual para os olhos.

A não ser que seja aquela cachaça amarela.

Mas, sendo assim, sem que entremos em maiores explicações sobre o fantástico mundo da pinga, vamos dar um desconto ao mendigo, porque as aparências enganam e este pode ser o caso. Ele pode estar bebendo pinga pensando que é água e, se for daquela cachaça amarela, ele pode estar pensando que é água suja e beber assim mesmo, porque, como sabemos, mendigos não compram água mineral, e apitar seca a garganta.

Mas, quanto ao trânsito, até que ele faz um bom serviço. Talvez seja porque ele faz isso por gosto (ainda que seja o gosto de incomodar os motoristas com aqueles apitaços ininterruptos), mas, em todo caso, se ele faz aquilo sem receber salário, então deve ser por prazer.

Por prazer ou por fama, porque agora ele está imortalizado neste blog (que será imortal enquanto dure, ou enquanto haja leitores). E, se este texto alcançar pelo menos 30 coments, eu até trago o mendigo aqui na lan pra ele ver os comentários do pessoal.

Só não ofereço pinga, é claro.



Moral da história?

Beba e seja feliz. E, se você tiver um apito, não se acanhe.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Círculo Vicioso vicia?

Acabaram-se as Olimpíadas e voltamos para casa com três medalhas de ouro, e deixamos a China lá do outro lado do mundo, onde ela sempre esteve, e tudo começa a voltar ao normal, principalmente a programação da tv!

Agora, até que a China domine o mundo nas próximas décadas e tome o lugar dos EUA, não precisaremos mais nos preocupar com ela! Tudo volta ao status quo da era pré-Olimpídas, quando os canais de tv ainda não passavam todos aqueles documentários sobre o país do 1,99 e podíamos ver de tudo na tv, menos chineses no horário nobre, como se a China só tivesse sido descoberta dias antes da abertura dos jogos!

Na verdade, a China sempre esteve lá há milênios, e ninguém tinha todo esse interesse por ela, muito menos o povão, acostumado às novelas mexicanas do SBT, ao Faustão da Globo e ao pagode das rádios AM e FM, é claro.

O povão assistia àquelas reportagens sobre as famosas louças chinesas da Distania Ming, enquanto tomava o seu velho e bom café nos velhos e bons copos de geléia de mocotó Imbasa, e achava tudo normal só por causa da China, isto é, só porque a China estava na moda por causa das Olimpíadas!

Mas agora tudo volta o nomal, e o povão volta dizer (como sempre) que tomar café na xícara é frescura, e até as grávidas já não têm mais aquele desejo de comer bolinho de arroz a todo momento, porque a tv já deixou de influenciá-las e o carro da pamonha já vem dobrando a esquina.

Mas pensemos no futuro: as próximas Olímpiadas serão num país mais perto, porque, se antes tínhamos que andar um mundo inteiro pra chegar à China, pelo menos agora pra chegar à Inglaterra teremos que andar só meio-mundo! De fato é mais perto, mas em compensação ainda temos que ir de avião pra chegar lá.

Bem que as Olimpíadas de 2016 podiam ser aqui no Brasil. Assim pelo menos poderíamos ir a pé paras Olimpíadas ou, em último caso, de bicicleta, jumento, carroça ou ônibus!

E outra vantagem sobre os jogos em Londres: eles, os ingleses, falam uma língua que já conhecemos ou com a qual já estamos acostumados. Todo mundo ouve música em inglês nas rádios e vê filmes legendados no cinema. Portanto, para nós, ir às Inglaterra nas próximas Olimpíadas será como estar em casa, só que sem as legendas, é claro.


Moral da Historia?

Daqui a quatro anos começa tudo de novo.


PS. - Vi o Dr. House fazer uma participação no filme de Tela Quente de ontem (aquele filme que se passa no deserto e ninguém se importa de ficar no sol, com alguns personagens vestindo até duas camisas naquele calor do deserto, uma por cima da outra), e hoje de tarde no Universal Movies ele estava lá, sem nenhum bronzeado.

Até.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Plantação de fumo na China

Nunca fomos tão longe a troco de tão pouco! Fomos até a China buscar o ouro e por enquanto só estamos levando fumo!

Eu já começo a achar que o Brasil deveria ter levado algum alquimista para a China, porque ao menos eles sabem transformar qualquer metal em ouro (inclusive a prata e o bronze). Quanto a transformar fumo em ouro, eu já não sei se os alquimistas conseguem...

Fumo não é metal.

Só não entendo por que investimos tão pouco em novos talentos, renovando o staff olímpico pouco a pouco e olhe lá. Já notaram que os atletas brasileiros são sempre os mesmos?

Será que eles são sempre os melhores a cada olimpíada? Claro que não! O que acontece é que não investimos em novos talentos, e eles vão surgindo e sendo desperdiçados, abandonando o esporte. Os atletas atuais parecem ter assumido algum cargo vitalício e provavelmente nós os veremos nas próximas olimpíadas.

Eles são poucos e ocupam os poucos lugares destinados aos atletas de alto nível. Se investíssemos mais em atletas de base, haveria um maior número de atletas para serem selecionados (e quanto mais atletas temos para selecionar, mais podemos escolher os melhores).

Mas só nos preocuparemos com novos atletas de ponta para enviar às olimpíadas quando os atuais deixarem o mundo do esporte, e da noite para o dia veremos novos rostos na TV, disputando provas no exterior.

Nem parece que os Brasil tem 180.000.000 de habitantes de onde podemos selecionar bons atletas e em grande número! Países com populações bem menores conseguem selecionar atletas mais facilmente e ganhar mais medalhas que nós! Não é à toa.

Se vamos mal nas olimpíadas, não é no campo esportivo que estamos devendo alguma coisa, mas no campo organizacional. Não plantamos ontem e por isso não estamos colhendo hoje.

Ou melhor, plantamos pouco e não tivemos grandes preocupações a longo prazo e parece que só voltaremos a plantar quando a atual árvore de atletas secar.

Mas afinal... o que é que eu tenho a ver com isso? Sou só mais um brasileiro indignado. Mas vejamos o lado bom da coisa: ao menos os fumantes podem se alegrar com essa olimpíada: estamos levando fumo e mais fumo! Ouro que é bom, nada.

Ou ganhamos algum ouro enquanto eu escrevia este texto? Hum, vou lá ver.



Moral da história?

Quem fez por onde ganhou um monte de medalhas.