sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Crônica: "O Mendigo e o Apito"
E já notei isso em outros blogs. Entretanto, não é este o assunto de hoje, nem o de amanhã. Hoje vou falar de população de rua: em outras palavras, de mendigos.
A lan em que estou fica perto de um colégio (local estratégico para qualquer lan house), e não é raro que o trânsito fique lento na rua em frente. Às vezes, há um guarda da Pefeitura para controlar a situação, mas às vezes há um morador de rua que faz esse serviço, com apito e tudo, e não creio que o guarda da Prefeitura faça melhor.
E sim: eu disse morador de rua pra não dizer mendigo ou indigente, ou palavra pior. E as piores são aquelas que começam com f... É o termo politicamente correto, ou o termo que exige mais esforço pra ser pronunciado, porque é o mais comprido. Você diz três palavras quando poderia dizer apenas uma. Faça as contas:
Morador + de + rua (três palavras) = Mendigo (uma palavra só) = Economia verbal (você economiza duas palavras e ganha fôlego para dizer o resto do frase. Muito útil, principalmente em se tratando de asmáticos e de gagos).
Mas, ouvindo os apitos que ele dá, imagino que ele não fume, ou não teria pulmões de aço para incomodar tanta gente, apitando sem parar para os carros, que, nos engarrafamentos, só podem parar e ouvir.
Ou fechar os vidros, em último caso.
E já começo a pensar que aquilo que nos alimenta de verdade não é feijão e arroz, mas cachaça, porque se não dou a esse mendigo o vício do tabaco, dou-lhe o vício da bebida. É o que aparenta. Ele deve beber pinga como quem bebe água, e, pensando bem, só de olhar não há diferença entre elas, a cachaça e a água, porque é tudo igual para os olhos.
A não ser que seja aquela cachaça amarela.
Mas, sendo assim, sem que entremos em maiores explicações sobre o fantástico mundo da pinga, vamos dar um desconto ao mendigo, porque as aparências enganam e este pode ser o caso. Ele pode estar bebendo pinga pensando que é água e, se for daquela cachaça amarela, ele pode estar pensando que é água suja e beber assim mesmo, porque, como sabemos, mendigos não compram água mineral, e apitar seca a garganta.
Mas, quanto ao trânsito, até que ele faz um bom serviço. Talvez seja porque ele faz isso por gosto (ainda que seja o gosto de incomodar os motoristas com aqueles apitaços ininterruptos), mas, em todo caso, se ele faz aquilo sem receber salário, então deve ser por prazer.
Por prazer ou por fama, porque agora ele está imortalizado neste blog (que será imortal enquanto dure, ou enquanto haja leitores). E, se este texto alcançar pelo menos 30 coments, eu até trago o mendigo aqui na lan pra ele ver os comentários do pessoal.
Só não ofereço pinga, é claro.
Moral da história?
Beba e seja feliz. E, se você tiver um apito, não se acanhe.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Círculo Vicioso vicia?
Agora, até que a China domine o mundo nas próximas décadas e tome o lugar dos EUA, não precisaremos mais nos preocupar com ela! Tudo volta ao status quo da era pré-Olimpídas, quando os canais de tv ainda não passavam todos aqueles documentários sobre o país do 1,99 e podíamos ver de tudo na tv, menos chineses no horário nobre, como se a China só tivesse sido descoberta dias antes da abertura dos jogos!
Na verdade, a China sempre esteve lá há milênios, e ninguém tinha todo esse interesse por ela, muito menos o povão, acostumado às novelas mexicanas do SBT, ao Faustão da Globo e ao pagode das rádios AM e FM, é claro.
O povão assistia àquelas reportagens sobre as famosas louças chinesas da Distania Ming, enquanto tomava o seu velho e bom café nos velhos e bons copos de geléia de mocotó Imbasa, e achava tudo normal só por causa da China, isto é, só porque a China estava na moda por causa das Olimpíadas!
Mas agora tudo volta o nomal, e o povão volta dizer (como sempre) que tomar café na xícara é frescura, e até as grávidas já não têm mais aquele desejo de comer bolinho de arroz a todo momento, porque a tv já deixou de influenciá-las e o carro da pamonha já vem dobrando a esquina.
Mas pensemos no futuro: as próximas Olímpiadas serão num país mais perto, porque, se antes tínhamos que andar um mundo inteiro pra chegar à China, pelo menos agora pra chegar à Inglaterra teremos que andar só meio-mundo! De fato é mais perto, mas em compensação ainda temos que ir de avião pra chegar lá.
Bem que as Olimpíadas de 2016 podiam ser aqui no Brasil. Assim pelo menos poderíamos ir a pé paras Olimpíadas ou, em último caso, de bicicleta, jumento, carroça ou ônibus!
E outra vantagem sobre os jogos em Londres: eles, os ingleses, falam uma língua que já conhecemos ou com a qual já estamos acostumados. Todo mundo ouve música em inglês nas rádios e vê filmes legendados no cinema. Portanto, para nós, ir às Inglaterra nas próximas Olimpíadas será como estar em casa, só que sem as legendas, é claro.
Moral da Historia?
Daqui a quatro anos começa tudo de novo.
PS. - Vi o Dr. House fazer uma participação no filme de Tela Quente de ontem (aquele filme que se passa no deserto e ninguém se importa de ficar no sol, com alguns personagens vestindo até duas camisas naquele calor do deserto, uma por cima da outra), e hoje de tarde no Universal Movies ele estava lá, sem nenhum bronzeado.
Até.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Plantação de fumo na China
Eu já começo a achar que o Brasil deveria ter levado algum alquimista para a China, porque ao menos eles sabem transformar qualquer metal em ouro (inclusive a prata e o bronze). Quanto a transformar fumo em ouro, eu já não sei se os alquimistas conseguem...
Fumo não é metal.
Só não entendo por que investimos tão pouco em novos talentos, renovando o staff olímpico pouco a pouco e olhe lá. Já notaram que os atletas brasileiros são sempre os mesmos?
Será que eles são sempre os melhores a cada olimpíada? Claro que não! O que acontece é que não investimos em novos talentos, e eles vão surgindo e sendo desperdiçados, abandonando o esporte. Os atletas atuais parecem ter assumido algum cargo vitalício e provavelmente nós os veremos nas próximas olimpíadas.
Eles são poucos e ocupam os poucos lugares destinados aos atletas de alto nível. Se investíssemos mais em atletas de base, haveria um maior número de atletas para serem selecionados (e quanto mais atletas temos para selecionar, mais podemos escolher os melhores).
Mas só nos preocuparemos com novos atletas de ponta para enviar às olimpíadas quando os atuais deixarem o mundo do esporte, e da noite para o dia veremos novos rostos na TV, disputando provas no exterior.
Nem parece que os Brasil tem 180.000.000 de habitantes de onde podemos selecionar bons atletas e em grande número! Países com populações bem menores conseguem selecionar atletas mais facilmente e ganhar mais medalhas que nós! Não é à toa.
Se vamos mal nas olimpíadas, não é no campo esportivo que estamos devendo alguma coisa, mas no campo organizacional. Não plantamos ontem e por isso não estamos colhendo hoje.
Ou melhor, plantamos pouco e não tivemos grandes preocupações a longo prazo e parece que só voltaremos a plantar quando a atual árvore de atletas secar.
Mas afinal... o que é que eu tenho a ver com isso? Sou só mais um brasileiro indignado. Mas vejamos o lado bom da coisa: ao menos os fumantes podem se alegrar com essa olimpíada: estamos levando fumo e mais fumo! Ouro que é bom, nada.
Ou ganhamos algum ouro enquanto eu escrevia este texto? Hum, vou lá ver.
Moral da história?
Quem fez por onde ganhou um monte de medalhas.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Pra não dizer que não falei da China
Agora até peido de chinês rende um Globo Repórter inteiro!
A China tá na moda e, enquanto as Olimpíadas não acabarem, ela vai continuar em horário nobre em todos os canais. Não dá para fugir da China. Em outras palavras: se ficar a China pega, e se correr...
Já descobrimos (ou melhor, já nos obrigaram a descobrir) :
1) que chinês não faz fila;
2) que chinês não faz (ou pelo menos não pode fazer) mais de um filho (ou seriam dois?);
3) que eles gospem no chão e que isso, para eles, não é falta de educação;
4) que o macarrão, a pólvora e a bússula foram inventados por eles;
5) que lá se fala chinês;
6) que lá não se fala chinês (porque o que chamamos de chinês é o que eles chamam de mandarim);
7) que eles comem escorpião, grilo, gafanhoto & Cia, de preferência fritos naquele óleo escuro de 100 dias atrás, e que nós aqui não comemos nem espinafre, porque temos nojo;
8) que os maiores fabricantes de produtos de 1,99 do mundo são os chineses;
9) que banheiro público na China não tem privada, isto é, não há onde se sentar e você tem que fazer tudo de pé, mesmo que você seja uma mulher, porque só há uma valeta no lugar da privada e tudo vai escorrendo por ali, passando por debaixo dos outros toilettes (sim, há divisões para que um chinês não veja o outro cagando, mas a valeta, que é uma só, passa por debaixo de todas essas divisões e segue ao infinito, como diria meu professor de Matemática, que aliás nunca esteve na China);
10) etc.
Enfim, já nos contaram a História daquele país desde o início dos tempos até hoje, já fizeram projeções do que será a China nas próximas décadas, etc. Se nos falarem mais uma vírgula sobre a China, vamos pensar até que somos chineses! É quase uma lavagem cerebral. Sem dó nem piedade.
E você pensando que era duro estudar História do Brasil (que tem só uns 500 anos), enquanto a da China tem milênios.
Pelo menos a nossa História é mais engraçada que a deles, tem mais trapalhadas e coisas pra rir (ou pelo menos eu acho. Eu teria que saber melhor a História do Brasil pra comparar, porque a da China já sei de cor e salteado, devido às Olimpíadas). E, de quebra, eles ainda falam do Tibet (não, não diga Tibéti; diga apenas Tibé, ô manéti!).
Só fico pensando numa coisa: Se todo mundo fosse culto e já conhecesse a História daquele país muito bem, o que os canais de TV estariam passando agora?
Moral da história
A China tava lá quietinha no canto dela, até que vieram as Olimpíadas e esfregaram a China na cara do resto do mundo. Agora nem consulto mais o guia de TV pra saber o que tá passando em cada horário da programação. É sempre China, China e China...
Meu único medo é que a chinomania pegue e a gente acabe copiando aqueles banheiros públicos que não têm assento. Bem, eu sou homem. Pelo menos o número 1 eu faço de pé...
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
E não é que é?
Boa notícia.
E acabo de ler o que ela escreveu lá. Ela, que havia prometido contar todos os pormenores de sua incursão pela selva (eu disse selva? O.K. Não exageremos. Não era a selva; era a roça)...
Mas, como eu ia dizendo, ela não falou da roça, mas da cidade onde vive.
A Ulli mora num bairro chamado Jockey, mas o que o você vê correndo livre e solto pelas ruas não são cavalos, nem a egüinha pocotó, porém porcos. E, como não são os três porquinhos, aquilo lá não parece ter a menor graça pra ela.
Mas, embora os porcos sejam os donos do pedaço, o bairro tem o nome de Jockey. Claro que deve haver uma boa justificativa para que aquele bairro se chame Jockey e não Toicinho, ou Pigland, ou qualquer nome equivalente. Mas quem é que vai dar essa explicação? Eu não vou. Você vai?
Não, não... Esse blog não veio para explicar; veio para confundir. Aceitemos os fatos.
Mas agora deixemos de pensar com a cabeça da Ulli e pensemos com a minha.
Quer dizer que há porcos perambulando pelas ruas de lá, isto é, há comida grátis à solta nas ruas? Eu não me queixaria. Posso não saber fazer presunto, mas não deve ser difícil esquartejar um porco.
Shakespeare, que era um gênio, esquartejava porcos. Tá lá na biografia dele (ou pelo menos nas boas biografias a respeito dele). Mas não creio que seja preciso ser um gênio para abrir um porco.
E...
Agora fiquei em dúvida: Será que além de suínos não haveria cavalos no bairro da Ulli, pra justificar o nome do bairro? Se houvesse e eu vivesse lá, roubava um leitão e fugia a galope (isto é, roubava um cavalo pra fugir com o porquinho roubado). Ninguém me pegava!
Haha! Vai que aqueles porcos, embora soltos na rua, têm dono?
Pois é, eu fugia a cavalo e depois enchia a pança. Eu fazia que nem Shakespeare provavelmente fazia na cidadezinha dele... Hum? O quê? Eu não contei que ele também tinha fama de ladrão de cavalos, lá em Stratford-on-Avon? Pois é, tá lá naquela biografia dele.
Tá sim.
Moral da história?
A Ulli voltou a postar e eu fiquei com vontade de comer presunto.
Até.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Rolhas de borracha
Blogueiros de países de primeiro mundo (como Portugal, Espanha e Rio Grande do Sul) já deixaram comentários aqui.
Rio Grande do Sul e Portugal, como sabemos, são países que falam português e têm algo em comum que vai além da língua (porque passa por ela e chega ao estômago): estou falando de um maior consumo de vinho.
Nós, que vivemos num país tropical (ao contrário dos gaúchos), produzimos e bebemos menos vinho, ainda que haja produtores dessa bebida até na Bahia, que por sua vez é outro país também, onde se bebe de tudo a toda hora o ano inteiro, porque lá é sempre carnaval e você não precisa consultar o calendário...
Aqui, nos trópicos, parece que a cerveja cai melhor. Mas eu, da minha parte, finjo que faz frio todos os dias e não deixo para beber amanhã o que posso beber hoje (senão acumula e não dou conta), nem espero pelo inverno, essa invenção de Deus que ainda não chegou ao Rio de Janeiro.
Explico.
Aqui em Angra, estado do Rio, ou faz calor e sol ou faz calor e chove. Não há muitas variantes...
Mas, ainda sobre vinhos, uma vez eu havia aberto uma garrafa (de vinho, é claro) e notei que a rolha tinha algo de diferente, porque não era feita de cortiça, e descobri que era feita de borracha. Fiquei horrorizado. Todas as rolhas que eu tinha visto até então eram de cortiça, isto é, eram feitas da casca do sobreiro...
O sobreiro (como todos sabem) é aquela árvore de onde eles tiram a cortiça. É bem simples. Você só pode fazer isso numa determinada estação do ano e, depois de tirar a casca dessa árvore e submetê-la a certos processos, é só esperar outro período de tempo de uns 9 a 12 anos, até que a casca alcance novamente uma espessura mínima.
Simples assim.
Talvez seja por isso que inventaram a rolha de borracha. O que inventaram depois foi a rolha nenhuma. Isso mesmo. Há vinho por aí com tampa de rosca, feita de metal.
Você se lembra daquele vinho do post anterior? Não havia rolha por debaixo da tampa, nem de borracha nem de cortiça, como suspeitei que houvesse.
Moral da história?
Fiz este texto mais curto que os outros, porque o último tinha ficado extenso demais... Isso assusta algumas pessoas.
Quanto a mim, depois das rolhas de borracha, já não me assusto mais com nada.
;)
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Queijos, Vinhos e "House"
Vi House outra vez hoje. Pois é... logo ali de mineiro é fogo. Não importa a distância, tudo fica logo ali. E tanto faz se são apenas alguns metros ou alguns quilômetros... (E nao, não citei os mineiros só porque eu estava falando de queijos e só porque um assunto puxa outro).
Dá tempo. |
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Dr. House
Também sei que muitas pessoas visitam o blog e não deixam comentário algum, e sei disso simplesmente por ver o contador de acessos andar. Bem... comentando ou não, fico feliz que haja pessoas entrando aqui e lendo estas minhas bobagenzinhas, que eu digo quando não tenho nada que fazer e o cérebro teima em continuar trabalhando.
Provavelmente as pessoas estão lendo estes posts, a não ser que entrem aqui por engano e saiam sem ler.
Eu engando alguém? Creio que não.
Mas como ele (o cérebro) insiste em dizer apenas gracejos quando me ponho diante do computador, já começo a desconfiar que ele não quer realmente continuar trabalhando e, sim, farrear um pouco, como aquelas pessoas que, depois de um dia de serviço, deixam seus escritórios e vão até esquina para um chopp, para uma conversa informal e, quem sabe, para cantar a garçonete quando já tiverem bebido demais.
E, como ultimamente não tenho ido até o bar da esquina relaxar, sento-me diante da tela do computador como quem se senta diante do balcão do bar e pede um uísque. Não há com quem falar, mas geralmente há o que escrever e, havendo paciência, eu descubro o que as pessoas acharam de minhas besteirinhas quando volto ao blog uns dias depois...
O problema do blog (não deixando de compará-lo àquele bar no final do expediente), é que diante do computar não há nenhuma garçonete para cantar, nem feia nem bonita. Mas já resolvi esse problema, passando a freqüentar umas lan houses. Como há várias aqui pelo centro da cidade, vou de uma em uma, olhando qual delas tem o melhor movimento (isto é, qual delas possui as meninas que me parecem as mais bonitas), e entro naquela que me parece a melhor.
Mas, depois de fazer isso algumas vezes, já é fácil prever qual lan house estará mais cheia em tal horário, e que tipo de gente estará lá por volta de tal hora... O que acontece às vezes é que me concentro demais no texto e não noto se a menina que se sentou a meu lado é bonita ou não, nem costuma haver bebida nas lans daqui e, sendo assim, eu teria que cantar as meninas sem estar bêbedo.
É claro que geralmente faço isso de cara limpa, e faço questão de saber o que estou dizendo e, principalmente, o que farei em seguida... Não, não sou do tipo que bebe para tomar coragem. Sou apenas o tipo que bebe de vez em quando. E ponto. Não me faz falta não haver álcool nas lans.
Pareço um pouco machista dizendo essas coisas? É, realmente pareço um pouco. E devo lembrar que a maioria das visitas que recebo neste blog é de meninas.
Espero que elas me perdoem ou, pelo menos, relevem qualquer besteira que eu tiver dito. Saberei se elas se sentiram ofendidas quando eu voltar aqui outro dia: se houver comentários, como sempre há, então elas terão me desculpado ou relevado as besteiras que eu disse.
É que eu acabei de ver um episódio de House e acho que isso deve ter me influenciado nos minutos seguintes...
Não, não sou o Dr. Lan House (se é que posso fazer esse trocadilho, que, aliás, ficou horrível. Mas deixemos o trocadilho aí; creio que não seja preciso apagar). Acontece que numa lan há pessoas e vozes, movimento e vida, e isso também me faz dar umas voltas pelas ruas, andar um pouco por aí.
E, sobre o seriado, não sei o que as leitoras vão achar, mas a versão legendada me agrada mais. A versão dublada tem alguma coisa errada, ou pelo menos alguma coisa que me incomoda. É que depois de ter me acostumado com o sotaque inglês do protagonista da série, a voz do dublador não parece combinar com a do ator. Fica parecendo que baixou algum espírito no Dr. House e que aquela voz (a voz em português) não é dele, mas de algum exu ou de algum espírito que andava por perto no momento da incorporação.
Eu disse incorporação? Eu realmente não sei qual é o termo. Talvez algum leitor possa me explicar isso mais tarde, em algum comentário. Só tenho uma noção sobre o assunto, depois de ter lido O Xangô de Baker Street, do Jô Soares.
Mas não pensem que escrevo estas besteirinhas por falta do que dizer. É justamente o contrário. Já dizemos tanto coisa séria por aí, que chega o momento de dizermos também alguma palhaçada aqui e ali (e principalmente aqui, que é o melhor lugar que encontrei para dizer as minhas).
Bem... hoje eu só queria lembrá-los da enquete que há neste blog. Algumas pessoas já a descobriram debaixo do contador de acessos e votaram. Quem quiser entender a razão de ela existir, porque até mesmo algumas bobagens têm que fazer algum sentido, então leia o post Absurdos da Vida Urbana.
Moral da história?
Eu só queria lembrar aos leitores que há uma enquete, mais uma bobagenzinha deste blog, e que, por ser deste blog, tampouco é uma coisa séria. Afinal, tenho que manter a linha editorial deste espaço.
Até.

